quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Sessão do dia 18/11/2011

Nesta semana o cineclube tem o prazer de trazer ao público da comunidade um filme que trata das relações que podem ocorrer dos encontros nas épocas de férias, com praias, pessoas novas e dois verões animadores. Assim o filme é:


Houve uma vez dois verões: Um adolescente em férias encontra uma garota num fliperama e apaixona-se por ela. Ficam, depois ela some e ele e o amigo a procuram na praia sem encontrá-la. Só depois em Porto Alegre quando ele volta para sua vida normal, a reencontra e ela diz estar grávida. E até que o próximo verão chegue eles vão se reencontrar muito. De Jorge Furtado, ficção, cor, RS, 2002, 75 minutos, 12 anos.

Sessão do dia 10/11/2011

Na sessão da semana passada foi apresentado o seguinte filme:

Janela da Alma:  É apresentado ao público através de relatos como é a ansiedade dos que "pouco" enxergam no seu trato do dia a dia; como vivem, se relacionam, compartilham, amam, trabalham, no geral como é a vida normalmente deles e mostram que é igual à dos ditos normais. De João Jardim com Walter Carvalho, documentário, cor, RJ, 2001, 73 minutos, livre.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Sessão de 03 de novembro de 2011

Novamente com a quarta com algum problema de ordem cósmica, não realizaremos a sessão no dia da semana pré-estabelecido, assim na quinta dia 03 apresentaremos os seguintes filmes com uma temática baseada nos ritmos brasileiros. Espero que possam comparecer, apreciar e divulgar o nosso cineclube.
Venham, não é um espaço fechado, com pessoas altamente bitoladas em cinema, mas para apreciadores e debatedores de cinema, com o objetivo de formar uma massa crítica sobre cinema mundial (quem sabe) e não somente absorver o que os americanos mandam para cá. Então voltando ao foco, segue os dois filmes desta semana:



Partido alto: 

O samba agrega várias pessoas na sua manifestação e divulgação, assim o Partido Alto engloba as batucadas baianas, como uma forma livre de expressar e comunicar em versos simples e improvisados toda a sua magia. De Leon Hirszman, cor, documentário, 1982, 23 min, RJ, livre.



Rap - O canto da Ceilândia:

Num documentário cheio de história, quatro rappers contaram os mais de trinta anos de formação da Ceilândia, cidade-satélite de Brasília. Como foi a sua implantação e a derivação do nome da cidade; CEI - Campanha de Erradicação de Invasões, como o nome da cidade sugere o tema discutido pelos quatro rappers faz parte até hoje do cotidiano dos brasilienses. De Adirley Queirós, cor/pb, documentário, 2005, 15 min, DF, livre.  

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Sessão de 27 de outubro de 2011

Nossa sessão, devido à paralisação dos professores, será realizada na quinta. E contará com os seguintes curtas:

O lençol branco: 

No subúrbio de uma cidade, uma mulher se vê obrigada a lidar com a presença da morte em seu cotidiano. De Juliana Rojas e Marco Dutra, ficção, cor, 2004, SP,15 min, 16 anos. 





Um sol alaranjado: 
Pai e filha viveram quatro dias em podem reavivar velhas conversas, histórias e questionamentos. De Eduardo Valente, ficção, PB, 2001, RJ, 17 min, 16 anos.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Sessão de 19 de outubro de 2011

A sessão desta quarta contará com a seguinte programação:

Maracatu, Maracatus

Nos antigos engenhos de açúcar de Pernambuco teve origem um movimento ritualístico afro-indígena, o maracatu rural, que momento atual sofre um choque de diferenças culturais entre as várias gerações. O novo e o velho entram em choque, mas o maracatu deve resistir por ser uma forma de mostrar a história dos índios e dos negros que viveram e sofreram nos canaviais do Pernambuco. De Marcelo Gomes, ficção, cor, PE, 1995, 14 min, 10 anos.


O profeta das cores


Um homem que teria tudo para continuar preso em um manicômio encontra na arte e nas cores uma forma de expressar tudo aquilo por que passou sua vida entre orfanatos, prisões e manicômios. De forma surreal como seus quadros venha ver a história do artista plástico Antonio da Silva Nascimento. De Leopoldo Nunes, documentário, cor, SP, 1995, 28 min, 14 anos.

Agora vamos voltar cronologicamente

Para tentar colocar a casa em dia, ainda mais agora que recebemos os dvd's da Programadora Brasil, iremos apresentar na sessão da próxima quarta dois curtas com um total de 42 min. Serão curtas que trabalharão temas importantes culturalmente como o sincretismo religioso, força de um movimento, a vida dos artistas, as dificuldades e percalços vividos por eles e principalmente a vontade de não deixar aquilo que acreditam morrer. Então teremos uma sessão muito boa, venham e curtam.......
Relembrando sessões as quartas 12:30 e 18:30.

Como pode!!!

Depois de alguns dias sem postar nada aqui, nem mesmo o porquê do sumiço, volto para colocar as coisas em dia. Pela data da última postagem a nossa última sessão foi em 21 de setembro, mas não quer dizer que não houveram sessões. Coloco em sequencia as sessões dos dias 28 de setembro e 15 de outubro. 
No meio tempo entre os dias 29/09 e 14/10 tive alguns problemas para organizar a escolha e para realizar a apresentação da sessão. Ainda conto com problemas de divulgação e principalmente de apoio. Porém deixemos de reclamar e trabalhemos mais para realizar este projeto maravilhoso de fomentar a cultura em nossa cidade. Então segue os filmes apresentados:

Sessão do dia 28 de setembro de 2011

A falta que me faz

Garotas, que moram perto da Serra do Espinhaço, vivem o fim de suas juventudes. Ao imaginar o que pode acontecer no futuro, elas contam o que viveram até o momento: paixões, desventuras, traições, brigas, companheirismo, e tantos outros adjetivos que descrevem a juventude passada e a entrada no mundo adulto, e assim buscar força para enfrentar o futuro. De Marília Rocha, cor, Brasil, 2009, 85 min, livre.








Sessão de 15 de outubro de 2011

Esta sessão não se realizou no dia de costume que é as quartas, assim ela é extra e foi realizada num sábado pela manhã, com o seguinte filme:

Bicho de sete cabeças

Através dos desencontros da relação entre pais e filhos, este filme traz a contexto fatos reais de um rapaz que em sua adolescência, como tantos outros jovens, vive uma conturbada relação com seu pai. Que por vários motivos chega a interná-lo em um manicômio para tratamento, mas as coisas não foram bem assim. Vejamos uma mostra de como é a vida dos encarcerados sem grades, mas que não possuem muitas perspectivas de reabilitação, a não ser quase mortos. De Laís Bodanzky, ficção, cor, SP, 2000, 88 min, 14 anos.